A flexibilização foi anunciado pela presidenta Dilma Rousseff. Segundo o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, o custo para o Tesouro será R$ 2,1 bilhões.
Além do direito de renegociarem as parcelas referentes aos três anos, os agricultores familiares terão um desconto de 80% caso quitem em dia as prestações do refinanciamento. De acordo com João Rabelo, o alocamento do início da quitação para os anos de 2015 e 2016 visa a dar tempo aos produtores rurais para recomporem as perdas com a estiagem que prejudicou-os em 2012 e 2013.
O CMN publicou ainda uma terceira resolução
autorizando agricultores da Região Nordeste a renegociar dívidas
contratadas até 2006, utilizando recursos do Fundo Constitucional do
Nordeste (FNE) e do Fundo Constitucional do Norte (FNO).
A taxa de juros do refinanciamento será 4,12% ao ano, mas pode cair
para 3,5% graças a um bônus de adimplência de 15%. Além disso, foi
retirada a obrigatoriedade de entrada para os financiamentos. A
resolução concedeu ainda outro bônus de adimplência de 15% sobre a
parcela, além do concedido sobre os juros.
Fonte: Agência Brasil
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